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conto do vigário

Vem CPI vai CPI e eu com as mesmas dúvidas.
Acho que fui apresentada ao termo doleiro na época do Valerioduto e isso já faz uns bons anos. Não sei, mas de lá pra cá não deve ter mudado o conceito da palavra. Até onde eu sei DOLEIRO(A) por definição já é um contraventor, ou seja ele já faz por conta de suas atribuições lavagem de dinheiro e já é passível de de punição por lavagem de dinheiro, evasão de divisas, etc ….
Ai vem a política e os os políticos.
Um político, que é uma pessoa pública, com acesso a informações, já fez viagens ao exterior, sabe como funciona a legislação no Brasil (pois ele faz parte dela) resolve comprar um carro. Na cidade dele tem várias concessionárias, no estado outras tantas e no Brasil nem se fala. Mas ele vai comprar justamente intermediado por quem – por um doleiro. Um politico quer uma consultoria, no Brasil temos grandes referencias de empresas de consultoria – outras nem tanto, mas ele escolhe trabalhar com um “consultor” intermediado por quem – um doleiro. Um politico quer comprar uma casa e a história se repete. E o politico tem verba para pagar suas passagens aéreas a trabalho, tem um salário que lhe permite pagar suas passagens aéreas a passeio – mas ele pega carona no jatinho de quem? – do doleiro.
E isso não é de hoje, não é desse ou daquele partido, é uma vergonhosa maioria de escândalos que são naturalizados com a figura de um amigo-doleiro.
Enfim a pergunta: esses políticos já ouviram falar a palavra RECIBO, nota fiscal ou contrato de compra e venda?
Para os doleiros que são infratores eu não pergunto, mas para os políticos que são pessoas que estão – ou deveriam estar dentro da lei fica a pergunta. é tão obvio que qualquer compra e venda tenha um recibo e um contrato principalmente com valores tão altos …. mas não! compra/vende um carro de 500 mil, acordo de boca e nem muda o nome do proprietário …. vocês verificam as multas dos carros antes de comprar, ou isso também vocês nunca ouviram falar.

Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. (eu conheço as leis do meu setor)

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andeira que sou ando. ando, escrevo, leio e curto a estrada. de pés descalços vou seguindo a vida, abrindo a janela quando chove e com uma mala sempre pronta pra seguir. Partir é parte do caminho e chegada nem sempre o fim.

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