laranja
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Não me dê pêsames, me dê sua mão, hoje toda a resistência precisa de presença.

Hoje a militância rima as avessas com morte.

Um dia ele nos pede ajuda

Inundamos a vida com seu rosto para que ele ficasse conhecido e assim protegido.

Hoje ele morre e não precisamos falar muito quem ele é.

Sua história está em nós.

Essa noite minha casa ficou com a porta aberta.

Como fechar a casa em tempo de luto, sempre pode chegar alguém.

Hoje alguns nos dão bom dia, outros nos olham tristes e outros nos desejam força.

Não me dê pêsames, me dê sua mão, hoje toda a resistência precisa de presença.

Bahia presente!

SOMOS

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andeira que sou ando. ando, escrevo, leio e curto a estrada. de pés descalços vou seguindo a vida, abrindo a janela quando chove e com uma mala sempre pronta pra seguir. Partir é parte do caminho e chegada nem sempre o fim.

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